segunda-feira, 24 de setembro de 2018

quinta-feira, 20 de setembro de 2018

Concordância verbal - Profa. Jamyle (9º ano-EF)



O domínio da norma culta é fundamental para a compreensão e a produção de textos formais. Consulte as regras de concordância verbal próprias dessa variedade, nos slides disponibilizados pela Profa. Jamyle (9º ano), e aplique-as com conhecimento em seus textos orais e escritos.


segunda-feira, 18 de junho de 2018

sexta-feira, 8 de junho de 2018

ÁRVORE DE LIVROS - CONCURSO JOVEM REPÓRTER




Árvore de Livros é uma plataforma de leitura digital destinada a escolas públicas e privadas. Como parte de suas atividades pedagógicas, a biblioteca digital lançou o Concurso Jovem Repórter com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento do senso crítico dos alunos do 6º ao 9º ano.

O Colégio Nossa Senhora das Graças aceitou o desafio do Concurso e inscreveu os alunos do 9º ano. De acordo com as instruções da Plataforma, os professores de Língua Portuguesa e de Produção Textual orientaram as atividades do concurso, que consiste na produção de um jornal por sala. Os alunos foram organizados em grupos de acordo com os gêneros jornalísticos definidos abaixo.  Além da produção dos textos, os alunos também deverão organizar, diagramar e montar o jornal.

A)      Gêneros jornalísticos que serão produzidos pelos alunos
1.       NOTÍCIAS I e II
2.       REPORTAGEM I e II
3.       CRÔNICAS I e II
4.       ARTIGOS DE OPINIÃO I e II
5.       CHARGES, CLASSIFICADOS E CAÇA-PALAVRAS
6.       EDITORIAL
Obs.: Os textos deverão ser digitados e entregues à Professora Jamyle até o dia 13 de junho.  

B)      Diagramação do jornal
CAPA
MONTAGEM DO JORNAL

C)      Orientações para a distribuição de papéis (por grupo)
Cada grupo deverá ter um editor-chefe, responsável pela distribuição das tarefas do grupo e pela produção de um relatório das atividades realizadas, o qual deverá ser entregue à Profa. Jamyle até o dia 13/06/2018. Nesse relatório, também deverá ter, através de imagens, o registro da execução das atividades.

D)      Etapa final do Concurso Jovem Repórter

Após a montagem, a Coordenadora de Língua Portuguesa enviará o jornal produzido por sala até o dia 10 de agosto de 2018 (ver premiação no site <jovemreporter@arvoredelivros.com.br>


E)      Avaliação das atividades – Disciplinas de Língua e Produção Textual
A realização dessa atividade comporá a 1ª nota parcial de L. Portuguesa e uma nota parcial de Produção Textual – da 3ª etapa. Dessa nota, dois pontos serão atribuídos individualmente aos alunos pela produção de uma resenha crítica ou de um anúncio publicitário -  tendo como tema o livro paradidático das férias, Jogos Inocentes Jogos (FTD) - os quais deverão ser entregues no dia 1º de agosto – primeiro dia de aula do segundo semestre.
OBS.: O não cumprimento das datas de entrega, implicará em perda do ponto ao aluno ou ao grupo, conforme a atividade seja individual ou coletiva.

terça-feira, 22 de maio de 2018

Versificação (Profa. Jamyle)



A versificação consiste em possibilitar uma melhor compreensão de como se constrói um poema.
Quer revisar a aula da Profa. Jamyle sobre o assunto?

Veja os slides que trazem explicações sobre as principais regras da versificação, tais como: versos, estrofes, rima e encadeamento.


Confira também a vídeo aula  da Oficina de Estudante no site:

segunda-feira, 2 de abril de 2018

O movimento maker na Educação


Já experimentou buscar a expressão “do it yourself” (“faça você mesmo”) no YouTube? São mais de 30 milhões de vídeos, que ensinam desde como fazer neve artificial até como fabricar produtos mais refinados, como um óculos de realidade virtual para usar com o celular.  Se você possui um equipamento eletrônico com problemas, pode encontrar também tutoriais de como consertar e se arriscar, seguindo as dicas, minuto a minuto. Parece algo simples, buscar um vídeo e “colocar a mão na massa”, porém esses tutoriais fazem parte de um movimento maior, o “movimento maker”.

O movimento maker traz seu objetivo no próprio nome, em que maker, do inglês, significa “fazer”, e neste caso tem relação direta com o termo “faça você mesmo”, promovendo que milhares de pessoas criem objetos e executem seus projetos. Para Chris Anderson, autor do livro Makers: a nova revolução industrial, esta cultura tem um potencial ainda maior, uma vez que transfere o poder das indústrias para as mãos do usuário final, os consumidores. Segundo Anderson, este movimento pode estar à frente da próxima revolução industrial, em que qualquer pessoa poderá fabricar seus produtos, com um pouco de conhecimento de design e de manipulação de impressoras 3D, cortadoras a laser e robótica.


A primeira impressora 3D foi inventada por um norte-americano, Chuck Hull, em 1984. Porém, somente na última década, com o avanço da tecnologia, ela se tornou popular e acessível, o que impulsionou o “movimento maker”. Também contribuíram para esse avanço a democratização da programação de computadores e de plataformas mais simples e baratas para programar, como o Arduino.

Nos últimos anos, muitos professores e pesquisadores tentam compreender como a cultura maker pode melhorar a Educação. Além de estimular a criatividade e a autonomia, as características deste movimento, quando aliadas aos conteúdos e habilidades curriculares, podem transformar a sala de aula. Por exemplo, em uma aula de Ciências, os alunos rotineiramente estudam a microscopia em equipamentos prontos, que geralmente não saem da sala de aula. Utilizando materiais economicamente acessíveis, é possível achar uma infinidade de tutoriais de como produzir um microscópio potente usando um celular. Tal prática melhora a compreensão do aluno sobre as partes do equipamento e suas funções e permite levar o microscópio ao campo, o que acentua o desenvolvimento de habilidades de pesquisa cientifica.

Paulo Blikstein, professor e pesquisador da Universidade de Stanford, que encabeça o projeto FabLab@School, associa as possibilidades da fabricação digital na Educação com teorias pedagógicas de Seymour Papert e Paulo Freire, em que a escola se torna mais conectada com a realidade do jovem e com os problemas que ele enfrenta no cotidiano. Em vertentes mais específicas, a fabricação digital pode estar conectada com várias disciplinas, em projetos interdisciplinares que englobam Matemática, Ciência, Engenharia e Tecnologia, também conhecida como STEM (Science, Technology, Engineering and Math).  Na Educação, o grande desafio é como conectar as ideias do “movimento maker” de forma problematizada e integrada, a fim de levar crianças e adolescentes a criarem projetos e objetos que podem ter impacto social, resolver problemas no meio em que estão inseridos, e transformar salas de aula em espaços para estimular a criatividade e a colaboração.

Quer conhecer mais sobre a cultura maker na prática? Existe um espaço na cidade de São Paulo onde todos podem ter acesso a equipamentos, oficinas e realizar seus próprios projetos, o FabLab Livre SP. Basta acessar o site abaixo, encontrar a unidade mais próxima e colocar as mãos na massa. Conheça também o site da Nave à Vela, empresa parceira do Colégio Albert Sabin na implementação de robótica e projetos maker.


Referências
BLIKSTEIN, Paulo. “Digital fabrication and ‘making’ in education: The democratization of invention”. FabLabs: Of machines, makers and inventors, v. 4, 2013.
SAMANGAIA, R.; NETO, Demétrio Delizoicov. “Educação científica informal no movimento “Maker””. X Encontro Nacional de Pesquisa em Educação em Ciências–São Paulo, 2015.
ANDERSON, Chris. Makers: a nova revolução industrial. Rio de Janeiro: Campus, 2012.
 
Leandro Fernandes
Assessor Pedagógico de Ciências.
http://educacao.estadao.com.br/blogs/albert-sabin/o-movimento-maker-na-educacao/